Vivemos um acirramento da luta de classes a partir do aprofundamento da crise econômica. Os dados sociais no Brasil revelam um aprofundamento da miséria e uma ampliação da concentração de riquezas. Diante desse cenário, não está descartado o surgimento de levantes e revoltas populares pelo direito comer e viver.
Não dá para pedir apenas para o povo aguardar a chegada do segundo turno das eleições em outubro para escolher um salvador e, supostamente, melhorar a vida em janeiro de 2023. Quem tem fome tem pressa. Por isso, a tarefa do Movimento União Comunista é dar continuidade às mobilizações de rua pela derrubada imediata do governo Bolsonaro, buscando estabelecer o máximo de unidade da esquerda, dos que não se submeteram ao neoliberalismo.


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